6.22.2007

6.19.2007

Touro Enraivecido


Raging Bull, de Martin Scorsese, 1980, com Robert de Niro.
Música: Cavalleria Rusticana, de Mascagni (Intermezzo)

Esta é a cena de abertura do filme. É a história de um pugilista, Jack La Motta, da sua luta para vencer e se tornar famoso e rico.
Não acham inesperado este modo de começar um filme sobre boxe? E associar esta música ao treino de um pugilista?
Achei que era um pequeno extra interessante para a discussão sobre O QUE É ARTE?

6.17.2007

Que fruto colhemos?


Vamos organizar os conhecimentos nesta matéria escrevendo um pequeno texto acerca da obra de arte. Será uma espécie de mapa que nos permitirá arrumar as ideias. Aqui ficam as indicações:

Nesse texto, devem ter-se em conta os seguintes aspectos:
• Os conceitos de juízo estético e de experiência estética;
• Os conceitos de gosto e belo;
• Diferentes teorias sobre o que distingue uma obra de arte enquanto tal.

Escolha uma obra de arte como exemplo e, a partir dela, faça uma pequena reflexão sobre uma das teorias explicativas da arte.
A obra de arte pode ser música ou imagem, mas tem que ser incluída no trabalho, para eu poder acompanhar os vossos raciocínios.

Os trabalhos serão depois colocados aqui no blog. Suponho que vos agrada a ideia...

6.15.2007

Que sabedoria cultivámos?


No final deste trabalho de pesquisa e reflexão, deveremos conhecer, compreender, relacionar e saber aplicar os seguintes conceitos:

A EXPERIÊNCIA E O JUÍZO ESTÉTICOS: estética, experiência estética, juízo estético, belo, gosto.

A CRIAÇÃO ARTÍSTICA E A OBRA DE ARTE: as teorias da arte como imitação, como expressão e como forma.

Outros Materiais


Estátua de Afrodite, de Praxíteles.

No Manual, encontram-se muitas reproduções de obras de arte, que constituem mais uma fonte de informação sobre esta matéria: ver das páginas 177 a 215.

Sobre os vários tópicos, também encontramos mais dados e reflexões:
O que é arte?: pg. 182-187; pg. 208-209; pg.212-213
O que é o belo? pg. 188-192; 196-197

E, claro, para procurar mais informação sobre qualquer tema, há ainda os motores de busca, um recurso poderoso.

6.14.2007

Marcel Duchamp: a Fonte

Duchamp

Em 1917, Duchamp, já então artista consagrado,concorreu a uma exposição da Society of the Independent Artists com um urinol intitulado a Fonte e assinado com o nome de R. Mutt. A Society defendia a abertura a novas formas de arte e a intenção de Duchamp era provocatória. Esperava, com esta obra, pôr em causa os membros da sociedade colocando-os perante o dilema de aceitar ou não como arte um objecto que não tinha sido feito para ser arte.

Era o próprio conceito de arte que estava em jogo. No entanto, a sua expectativa saiu frustrada, porque a Fonte não foi, nessa altura, apresentada ao júri. Diz-se que os empregados da Society não identificaram o objecto como fazendo parte das obras de arte a serem apreciadas, tendo-o arrumado na cave. Hoje, a Fonte ocupa um lugar de destaque nos museus de arte contemporânea.

O estatuto de um objecto como obra de arte tornou-se cada vez mais indeterminado.
Por exemplo, em 1977, Alberto Carneiro realizou uma exposição na Galeria Quadrum que constava de um único objecto: uma pedra rolada trazida de uma ribeira de Trás-os-Montes. Depois da exposição a pedra foi reposta na mesma ribeira.
Enquanto esteve na exposição foi uma obra de arte, depois de reposta na mesma ribeira deixou de o ser.

Carmo d'Orey, O que É Arte? ou Quando Há Arte? (adaptado)