7.03.2007

Amorphophalus Titanum






Uma flor rara e gigante, originária da ilha de Sumatra. O facto de ser conhecida como corpse-flower e thumb-flower não dá uma ideia muito favorável sobre o seu perfume. Na realidade, é uma inflorescência, geradora de uma infrutescência.
Podem encontrar-se mais informações, entre outros, no site do Jardim Botânico Huntington, na Califórnia.

The Met Museum




Um pequeníssimo apontamento sobre a exposição da colecção dos irmãos Clark no Metropolitan Museum de New York: Menina Adormecida com Gato (Renoir), Bailarinas (Degas) e Campo de Túlipas (Monet)

7.01.2007

Gustav Klimt

Maternidade (pormenor)


A Árvore da Vida

6.29.2007

Kandinsky

Casas em Munique


S. Jorge


Um pequeno extra: obras mais figurativas, se assim se pode dizer... Acho-as lindíssimas, pelas cores e pelo traço.

Kandinsky

Gravitation



Akzent in Rosa



Para a Carla, porque ela merece!

6.26.2007

WASSILY KANDINSKY





Mais Kandinsky!
Deixo-vos o cuidado de pesquisar os nomes das obras no Google...

Trabalho 11 - Marta


Curva dominante, 1936
Kandinsky

Podemos tentar explicar esta obra à luz de diferentes teorias da arte, mas dificilmente poderá ser explicada segundo a teoria da arte como imitação, uma vez que o que está retratado dificilmente representa uma realidade que o pintor tenha observado no mundo à sua volta e que lhe tenha captado a atenção.
Poderemos então explicar esta imagem recorrendo à teoria da obra de arte como forma: não interessa o conteúdo da pintura, a transmissão de uma mensagem, ou a captação da realidade. O que interessa, isso sim, são as formas e as cores existentes na figura e a relação e organização delas.
Escolhi esta imagem não só por ser uma das obras de um dos poucos pintores de que gosto, mas também porque me captou imediatamente a atenção pelas suas cores variadas e formas nítidas, que tornam esta imagem muito atractiva.
Olhando para ela sinto uma grande alegria e bem-estar, que me faz recordar festas e Carnaval em dias de sol, que se tornam muito mais agradáveis e animados na presença deste.
Esta imagem é para mim muito cativante, pois dá-me muito prazer olhar para ela, e transmite-me todos aqueles sentimentos que já referi em cima, tornando-a muito interessante, e também formidável e inexplicável. A isto chamamos juízo estético: exprime a experiência estética que eu vivi. É a opinião que tenho sobre a beleza da imagem, que formulo a partir da articulação de vários conceitos.
A experiência estética corresponde a todos os sentimentos e emoções que senti quando observei esta imagem. É o prazer desinteressado que nos dá a contemplação de algo belo.
A atitude estética é ainda a postura que eu tenho para contemplar o belo simplesmente pelo próprio belo e não com outro objectivo qualquer, como, por exemplo, o de comprar o quadro, segundo Kant.
Só assim podemos distinguir se uma coisa é bela ou não.
Existem ainda várias teorias sobre o juízo estético. Ele pode ser explicado segundo o ponto de vista objectivista ou subjectivista. No primeiro, os objectos são belos pelas suas próprias características. No último, os objectos são belos por aquilo que nós sentimos quando os observamos. Fazemos uma apreciação subjectiva, que não depende nem do entendimento nem das propriedades do objecto em questão, mas sim da capacidade do sujeito para sentir prazer na contemplação desinteressada do belo. Esta é concepção defendida por Kant.
O belo é o critério que traduz o prazer/desprazer que sentimos quando contemplamos um objecto desinteressadamente, isto é, sem qualquer outro fim para alem da própria contemplação.
À capacidade de distinguir o belo chamamos gosto.

Marta Pimentel, 10ºA - 2007